Storydoing: as marcas estão praticando as historias que contam?

Storydoing: as marcas estão praticando as historias que contam?

As marcas estão fazendo aquilo que contam nas suas mensagens por meio do storydoing? Seria um discurso mais alinhado ao storydoing ou storytelling?  

“Empresas de Storydoing não apenas praticam o que pregam, eles realmente pregam praticando” (Montague e Marcondes). Ambos tratam de histórias. Mas enquanto o storyteller narra a história para construir universos sobre as marcas ou personalidades, o storydoer faz a história acontecer na vida real através da ação. 

Quem é mais buscado: storytelling ou storydoing?

São 110 milhões de resultados no Google para storytelling, mas apenas 298 mil do termo storydoing, o que oferece representatividade de menos de 1% do conteúdo disponível sendo discutido e divulgado (fonte: *Dados: Google. Volume total de buscas e palavras relacionadas em jan/22). O termo é recente, e seu uso tem sido inserido pouco a pouco na publicidade. Storytelling acaba sendo com maior volume pois também se refere ao modo de contar as histórias no marketing e em publis.

Ações x palavras

Além de ser menos citada na internet, a questão pode ser trazida à nossa realidade: as marcas e personalidades que acompanhamos estão mais próximas de qual movimento?

Os storydoers não são narradores, mas sim os protagonistas das histórias criadas pela marca. Contar histórias é importante, mas realizar o que se propõe, especialmente em causas sociais, se torna cada dia mais importante. E entender quais decisões podemos tomar para adequar as marcas aos nossos propósitos.

Mais sobre storydoing

De acordo com a empresa HBI PR & MARCOM, “o termo storydoing existe há muito tempo, para ser exato desde 2013. Storydoing descreve a abordagem de não apenas contar uma história, mas também oferecer ao público a oportunidade de participar e se tornar parte do ato.

Ao fazer isso, a história se baseia bem no centro da empresa e é incorporada em todos os níveis de comunicação. Desde funcionários, passando pelo design de produtos, até a redação de postagens nas redes sociais. Storydoing vai além do “porquê” central, que reflete o propósito de uma empresa e suas necessidades monetárias – fundamentalmente, há um objetivo abrangente.”

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