Sobre o dataismo

Bem vindo e bem vinda ao dataismo! Meu nome é Juliana Freitas e escrevo esse blog. O nome “dataismo” vem do estudo de dados, mas de dados que não terminam no número. O dado faz parte do contexto e não é o objetivo em si. Ler e conversar sobre Comunicação faz parte do meu dia a dia:  trabalho com insights para marcas. Aqui no dataismo, meu objetivo é compartilhar conhecimento sobre Comunicação Digital e Marketing, passando por dados, estratégias, cases de sucesso novidades sobre marcas e o universo digital, resultado de pesquisas e leituras.

Eu sou profissional de Comunicação e Marketing Digital. Tenho experiência em conteúdo e redes sociais, e com o que aprendi, pude me aperfeiçoar em Inteligência de Dados e Insights.  Utilizo Analytics, Social Listening, ASO, SEO e outras técnicas. Já fiz insights para o mercado de ferramentas de BI, aplicativos, e-commerces, editorial e consumer brands. Segmentos de bancos, entretenimento, serviços, telecom, marcas licenciadas, entre outras. Meu Linkedin | Meu Twitter

Sobre o significado de “dataísmo”: o termo foi utilizado pela primeira vez por David Brooks, do New York Times, em 2013. No artigo “The Philosophy of Data”, ele escreve: “Pensamos em John Lennon como o mais intelectual dos Beatles, mas, na verdade, as letras de Paul McCartney tinham estruturas mais flexíveis e diversificadas e as de George Harrison eram mais cognitivamente complexas. Em suma, a revolução dos dados está nos dando maneiras maravilhosas de entender o presente e o passado. Isso transformará nossa capacidade de prever e tomar decisões sobre o futuro? Veremos.”, escreveu Brooks em artigo do The Guardian.

Anos depois de Brooks, a palavra foi adotada para mostrar a urgência e importância do Big Data, que seria a nova religião dos negócios e do novo século. O termo dataísmo foi citado pelo historiador Yuri Harari na obra Homo Deus: “no lugar dos princípios fundadores da modernidade — o liberalismo, a democracia e a autonomia pessoal — há uma nova religião: o dataísmo. Seus seguidores — muitos deles moradores do Vale do Silício, na Califórnia — colocam a sua fé na informação, encorajando-nos a enxergá-la como a única fonte verdadeira de valor. Somos aquilo que fornecemos para o processamento de dados” (extraído do blog da Companhia das Letras).