Sobre o dataismo e autora

Bem vindo e bem vinda ao dataismo.

👩‍💻 Escrito por Juliana Freitas, profissional de Marketing Digital, inteligência de dados e do insights do consumidor. Sou focada em criar dados e insights para negócios ou marcas.

📊💡 O projeto dataismo existe desde 2012. A ideia do blog veio para insights de marketing, dados e sociedade, em histórias guiadas por dados.

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Mais sobre o blog

O nome dataismo é se refere termo, ligado ao estudo de dados ou a chamada nova religião dos dados. Mas aqui busco trazer dados que não terminam no número. O dado faz parte do contexto e não é o objetivo em si. Sobre dados, a pesquisadora Brené Brown diz: “Talvez histórias sejam apenas dados com alma”.

O termo dataismo foi popularizado por David Brooks, do New York Times, em 2013. No artigo “The Philosophy of Data”, ele escreve: “Pensamos em John Lennon como o mais intelectual dos Beatles, mas, na verdade, as letras de Paul McCartney tinham estruturas mais flexíveis e diversificadas e as de George Harrison eram mais cognitivamente complexas. Em suma, a  revolução dos dados está nos dando maneiras maravilhosas de entender o presente e o passado. Isso transformará nossa capacidade de prever e tomar decisões sobre o futuro? Veremos.”, escreveu Brooks em artigo do  The Guardian.

Anos depois de Brooks, a palavra foi adotada para mostrar a urgência e importância do Big Data, que seria a nova religião dos negócios e do novo século.

O termo dataísmo também foi citado anos depois pelo historiador Yuri Harari na obra Homo Deus: “no lugar dos princípios fundadores da modernidade — o liberalismo, a  democracia e a autonomia pessoal — há uma nova religião: o dataísmo. Seus seguidores — muitos deles moradores do Vale do Silício, na Califórnia — colocam a sua fé na informação, encorajando-nos a  enxergá-la como a única fonte verdadeira de valor. Somos aquilo que fornecemos para o processamento de dados” (extraído do blog da Companhia das Letras).

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