Marketing de Influência

Boca Rosa lidera pesquisa de influenciadores Scopen. Imagem: Divulgação

Boca Rosa lidera pesquisa de influenciadores SCOPEN 2024

Boca Rosa, a Bianca Andrade, lidera pesquisa de influenciadores. Ela conquistou o primeiro lugar no ranking Influence Marketing SCOPEN, realizada pela consultoria SCOPEN, que entrevistou profissionais de marketing e comunicação e elegeram-na como a influenciadora mais admirada do Brasil.

Boca Rosa supera Anitta no ranking de influenciadores

Além de Boca Rosa e Anitta, outros influenciadores listados foram: o humorista Matheus Costa, o TikToker Raphael Vicente, a influenciadora de luxo Silvia Braz, o YouTuber Lucas Rangel, a YouTuber e consultora de economia Nath Finanças, o streamer Casimiro, o humorista Esse Menino, o influenciador esportivo e ex-BBB Fred Bruno, a blogueira Giovana Ferrarezi e as influenciadoras Karol Pinheiro e Maqui Nóbrega.

Ranking completo SCOPEN dos Influenciadores Brasileiros

#1 Bianca Andrade

#2 Anitta

#3 Matheus Costa

#3 Raphael Vicente

#3 Silvia Braz

#6 Lucas Rangel

#6 Nath Finanças

#8 Casimiro Miguel

#8 Esse Menino

#8 Fred Bruno

#8 Giovanna Ferrarezi

#8 Karol Pinheiro

#8 Maqui Nóbrega

Mercado de influenciadores no Brasil

O estudo também revelou que o investimento em marketing de influência representa apenas 0,23% do faturamento das empresas.

As empresas para as quais os participantes trabalham faturaram, em média, R$ 5,8 bilhões em 2022. Em 2023, essas mesmas companhias destinaram, em média, R$ 1,3 milhão para a categoria.

No entanto, há uma tendência de aumento de investimentos em diversas plataformas, destacando-se posts de fotos e vídeos.

A importância também dos menores

A preferência por micro influenciadores se deve à proximidade que mantêm com o público, facilitando a fidelidade e a conversão. Isso reflete diretamente no comércio digital, impulsionando as vendas através de uma interação mais direta e personalizada.

Desafios do mercado de influência

A profissionalização do setor e a credibilidade do conteúdo são desafios enfrentados pelos anunciantes.

Impacto do marketing de influência

Ele desempenha um papel fundamental no cenário brasileiro, influenciando tendências de consumo e comportamento. Profissionais nativos da internet, como Boca Rosa, tornam-se referências ao compreenderem a linguagem das redes e manterem conexões sólidas com seu público.

Resumo da pesquisa e metodologia

O Influence Marketing SCOPEN analisou dados obtidos de 129 entrevistas, destacando os principais influenciadores do Brasil, como Bianca Andrade, Anitta, Matheus Costa, Rafael Vicente e Silvia Braz. 

Saiba mais sobre a SCOPEN

A SCOPEN é uma empresa multinacional especializada em pesquisa de comunicação. Oferece orientação e aconselhamento aos seus clientes sobre as questões relacionadas às suas estratégias de evolução e transformação na economia criativa. SCOPEN realiza diversos estudos, incluindo Scopes e Scores. Através das pesquisas contínuas (Scopes), fornecem conhecimento e identificam demandas e tendências futuras para profissionais de marketing, agências e proprietários de mídia. As pesquisas se concentram no ambiente em constante mudança da comunicação, marketing e publicidade. Também realizam investigações específicas (Scores), oferecendo soluções personalizadas para os clientes em comunicação, marketing e publicidade.

*Essa publicação foi feita inicialmente (e de forma mais curta) no Linkedin.

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Creators e influencers: quais são as diferenças e semelhanças entre os dois?

Creators e influencers: diferenças e semelhanças

Às vezes eles são chamados de creators e influencers ao mesmo tempo. Em outros momentos, apenas de youtubers, twitchers, instagrammers ou tiktokers. Mas estava pesquisando sobre o assunto, e gostaria de compartilhar algumas diferenças que encontrei entre creators e influencers.

Uma nova economia surgindo, com novos termos

A origem do termo creators surgiu por volta de 2011, de acordo com o jornal The Atlantic, para se referir às pessoas que criam conteúdos nas plataformas de mídias sociais. 

(Partners ou parceiros foi um nome considerado quando surgiram os youtubers, mas a parceria se refere à associação com a marca. E nem sempre os criadores de conteúdo se ligam diretamente a elas, é uma associação mais livre, pois pode criar no Youtube, mas também no Twitter, e outras redes de vídeo).

“Essas pessoas eram mais do que talento na tela”, diz Tim Shey, cofundador da Next New Networks, que na época trabalhava no YouTube. “Eles sabiam escrever, editar, produzir, fazer gestão comunitária e eram empreendedores”. Eram pessoas com diferentes referências e backgrounds variados, compartilhando o que sabiam na internet.

Os creators

Entendendo a diferença entre parceria e criação, surgiu o termo “creators”. Os creators criam conteúdos em diversos formatos, incluindo publicações em blogs, vídeos, fotos e reels que envolvam audiência.

Porém eles não são limitados apenas a esses formatos citados aqui, pois eles podem expandir para novas redes que possam surgir. Isso inclui os vlogs, dicas e tutoriais, vídeos, e demais opções de formatos que envolvem diversas mídias sociais ou plataformas disponíveis na internet. O creator acaba tendo uma área ou várias áreas que conversa com a audiência. Pode explicar, educar, tirar dúvidas sobre um assunto que domine, por exemplo.

Em busca de definir um “influencer”

Já os influenciadores, em uma definição super simples como diz o próprio nome, influenciam. São personalidades que possuem notoriedade e fama em sua posição. Em relação ao conteúdo, os influenciadores podem compartilhar como vivem suas vidas, promovendo os produtos e serviços que usam ao longo do caminho e sem, de forma obrigatória, gerar algum tipo de “linha editorial”.

Um pouco da história: “Enquanto os criadores do YouTube lutavam para expandir seus impérios, uma geração inteiramente nova de estrelas nativas do Instagram estava surgindo atrás deles. Eram pessoas como o Fat Jewish, que construiu sua marca a partir de memes; Caroline Calloway, que exagerava em todos os aspectos de sua vida como estudante da Universidade de Cambridge; e a família Eswein-Phillips, que administrava contas enormes baseadas em interesses com nomes como @food, @baking, @realestate e @newyorkcity. No início, de 2014 a 2016, essas pessoas eram chamadas de estrelas do Instagram ou Instagrammers. Mas no início de 2017, uma nova palavra começou a se firmar: influenciador” (no The Atlantic).

Diferenças entre influencers e creators

Uma forma de classificar uma personalidade digital é entendendo também qual a intenção do seu conteúdo. Os creators publicam conteúdo mais envolvente, que educa e informa, mas que não tem objetivo principal focar em sua vida pessoal. É menos sobre ele mesmo e mais sobre as informações que está compartilhando. Enquanto isso, os influenciadores são o contrário, focam mais em si mesmos e nas suas vidas e menos nas informações ou universos de assuntos ligados à informação e educação.

Em resumo, focar em si ou no assunto, mas considerando que ambos podem ter formas de monetizar a sua presença digital por meio de publicidade ou parcerias, e assim fazer parte da economia na internet (e fora dela). Seja da influencer economy ou da creator economy. 🙂

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Marketing de influenciadores: panorama das marcas, dados e estatísticas.

Marketing de influenciadores: dados do mercado

Marketing de influenciadores ou influencer marketing é composto de ações promocionais que utilizam influenciadores.

Por influenciador se entendem pessoas famosas online ou offline, que possuem relevância em seu nicho. Podem ser identificados por seu engajamento, seu volume de seguidores ou por terem construído uma comunidade, por exemplo. É um dos segmentos que mais cresce no marketing atualmente. Alguns dados sobre essa indústria:

De acordo com o Influencer Marketing Hub, uma das melhores maneiras de ver o crescimento do marketing de influenciadores nos últimos anos é comparar o tamanho estimado do mercado da indústria a cada ano:

  1. Cresceu de US$ 1,7 bilhão em 2016 para US$ 9,7 bilhões em 2020. 
  2. Movimentou US$ 13.8 bi em 2021.
  3. Projeção de US $ 16,4 bi em 2022.

Em 2016 (os dias distantes do marketing de influenciadores), imaginamos que a indústria valesse US$ 1,7 bilhão. Desde então, tem crescido rapidamente a cada ano. Estimamos que houve um aumento de pelo menos 50% a cada ano. Isso significa que o crescimento do marketing de influenciadores no ano atual, de 2019 a 2020, viu o tamanho estimado do mercado aumentar de US$ 6,6 bilhões em 2019 para US$ 9,7 bilhões em 2020. Estamos nos aproximando rapidamente de um tamanho de mercado de US$ 10 bilhões.

  1. A maioria das marcas escolhe o Instagram para campanhas. A taxa de engajamento é maior nessa rede social.

O CreatorIQ comparou benchmarks médios de taxa de engajamento em quatro tamanhos principais de canais no Instagram, YouTube, Facebook e Twitter e confirmou os mesmos dados do Influencer Marketing Hub, de que influenciadores menores têm melhores níveis de engajamento do que os maiores. As taxas dos mega-influenciadores são baixas particularmente no Twitter (com apenas 0,008% de engajamento e no Facebook (0,01% de engajamento) enquanto o engajamento no Instagram é maior (entre 0.7% a 4.4%), sendo o maior motivador para as marcas usarem o Instagram para seu marketing de influenciadores.

  1. Social Commerce tem previsão de 2.900 bilhões de dólares até 2026.

Mais sobre a pesquisa e outros dados

O Influencer Marketing Hub lançou o Influencer Marketing Benchmark Report 2020, resultado de pesquisa com 4.000 agências de marketing, marcas e outros profissionais do setor para reunir suas perspectivas sobre o estado do marketing de influenciadores em 2020. 34% dos entrevistados se consideram marcas (ou representantes de marcas). 

31% trabalham em agências de marketing (incluindo aquelas especializadas em marketing de influenciadores) e 4% são agências de relações públicas. Os 29% restantes representam uma ampla gama de ocupações e setores. 

70% dos entrevistados se concentram no setor B2C, com os 30% restantes realizando campanhas para empresas da área B2B. Isso mostra um ligeiro aumento na proporção de pessoas engajadas no marketing B2C (e uma diminuição correspondente no B2B) em relação ao ano passado, embora a diferença seja insignificante. 

A vertical mais popular representada é Moda e Beleza (24% dos entrevistados), seguida por Viagem e Estilo de Vida (13%), Saúde e Fitness (12%), Jogos (7%), Esportes (5%) e Família, Paternidade & Casa (5%).

 Os 31% restantes, agrupados como Outros, abrangem todas as outras verticais imagináveis. Devido ao tamanho de nossa amostra de pesquisa, as proporções de cada indústria vertical representada aqui provavelmente serão representativas dos usuários de marketing de influenciadores em geral. 

45% dos entrevistados vieram dos EUA, 16% da Europa, 12% da Ásia (APAC), 5% da África, com 15% representando o ROW (Resto do Mundo). A maior parte veio de organizações relativamente pequenas, com 40% representando empresas com menos de dez funcionários. 22% dos entrevistados eram de empresas com 10 a 50 funcionários, 14% de 50 a 100, 13% de 100 a 1.000 e 10% de grandes empresas com mais de 1.000 funcionários.

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