Microsoft, Blizzard e a comunidade gamer

Microsoft, Blizzard e a comunidade gamer. Imagem: Reprodução /Free Pik

🔎 A aquisição da Blizzard pela Microsoft por quase 70 bilhões de dólares vai além do valor financeiro. Estamos falando de uma comunidade que joga, discute, curte, engaja e, também, compra:

⚪ Microsoft praticamente dobra a sua participação nos esportes online com Overwatch, Warcraft, World of Warcraft, Starcraft, Heroes of the Storm, Hearthstone e Call of Duty.

📊 Os gamers são engajados e ficam muito tempo online: em 2021, literalmente milhares de anos de experiências foram vividas em streamings de games. 214 mil anos de horas assistindo Twitch apenas de GTA, de acordo com a consultoria NewZoo. League of Legends soma 198 mil horas em todo o mundo.

⚪ A comunidade gamer vai além do jogo: eles compram os consoles, os jogos, mas também computadores, uma boa internet, teclados gamers, microfones e ainda itens de decoração para as suas lives.

📊 O ticket é mais alto que diversos outros consumidores. A estimativa é que sejam gastos 214 bilhões em games até 2024, após a explosão na quarentena, de acordo com a NewZoo.

💭 E tudo isso vem no pacote da aquisição da Blizzard. A pergunta que fica é: será que saiu tão caro assim? Vivemos na sociedade da atenção e incorporar um grupo tão expressivo quanto os gamers é muito valioso para qualquer marca. Claro, vivo e rappi já agregam os gamers nos seus serviços por serem valiosos para os seus mercados. Especialmente para a Microsoft, que tem produtos para compor todo esse cenário gamer, chegou o momento de expandir a sua comunidade também.